De recuperação

De recuperação

Quem me dera fosse no ginásio e eu precisasse refazer uma ou duas matérias.

Logo eu, que detesto ficar parado, sou inquieto por natureza, só espero um dia entender essa de “tudo aocntece por um motivo” por que isso aki doi pra poha. Não consigo dormir, não paro de sentir dor. Não paro de pensar como teria sido meu final de semana se nada tivesse acontecido.

Eu gosto de coisas intensas, por que qiero ser intenso, mas um intenso duradouro.

Aquela noite, estendido no chão, lutando pra conseguir dar a póroxima puxada de ar, eu olhava pra infinidade daquele céu cinzento, vendo as gotas de chuva cair em mim e resfriar ainda mais meu corpo que lutava pra ficar quente, eu sentia o palpitar por todas as veias do meu corpo e ainda sim não parava de pensar aonde era pra eu estar se nada daquilo estivesse acontecendo. Com quem eu estaria se aquela chuva não tivesse mudado meu destino.

Se eu tivesse com o pulmão bom agora eu estaria gritando pra tirar o sufoco que me rouba o folego.

Por alguns minutos naquela noite eu pensei que não teria a chance de me entregar novamente.. de fazer meu peito explodir, banhando uma pessoa com tudo o que eu posso sentir e fazer por ela…

Todos os dias desde sabado peço muito, pra tudo isso passar logo, por que eu quero viver. Por que eu tenho força pra ser quem eu quero ser, pra amar, pra fazer sorrir, pra chorar, pra viver.

Algumas horas dos dias que estão se passando, aquela chuva vem aos meus olhos e eu despejo as gotas no meu peito.

A criança dentro de muim fica procurando a lampada mágica do gênio pra pedir uma máquina do tempo, mas infelizmente essas coisas não existem além dos filmes.

Ta tudo apertado aqui dentro de mim e eu não vejo a hora de explodir num grito só quando tudo isso passar.

Nunca me senti tão frágil

Classificados

Acordo,  faço minhas coisas.. cozinho um Aligot (by Alex Atala )

E ai, vamos à labuta, por que não podemos ficar parado. Pego o caderno de empregos e vou procurar. Cada página que viro me dou conta do mundo fechado que escolhi para trabalhar. É seleto, e naõ se expõe num caderninho de empregos de domingo.

É dificil pacas trabalhar na área de criação publicitaria, sempre tem que conhecer um que conhece outro e te indica.

O que mais me frustra é a época que estamos… antigamente eu não ficava mais de 2 semanas sem emprego ou entrevistas.

Ou seja, tenho tudo pra estar tenso e super ansioso. Ansioso eu estou, mas não voua rrancar meus cabelos por causa disso.

Ainda tem chão pra se caminhar. A um tempo atrás isso me desanimaria muito, mas hoje, além de saber que é besteira eu ficar tão chatiado sobre isso, tenho motivos de sobra pra não deixar me abalar e ainda sim dar uns sorrisos bem abertos.

Mas interessante mesmo é ler os “classificados alternativos” será que eu tenho vocação pra algum ali? rs

o que importa é:  Tu é eternamente responsável pelo que tu cativas!

Foi ele que afundou o Titanic!

Eu sou um grande admirador de Artes Marciais, desde garoto eu gosto e pretendo voltar a praticar…

tenho uma queda por Jiu-Jitsu o que me fez conhecer o Clãn e estilo Gracie… Hoje faleceu o melhor e mais admirado de todos, Hélio Gracie, e segue ai uma entrevista da TRIP resgatada dos arquivos da própria revista:

O maior de todos

Hélio Gracie, o mestre do jiu-jítsu, morreu hoje aos 95 anos. Para homenageá-lo, republicamos aqui a entrevista de Páginas Negras publicada na Trip # 58, em novembro de 1997

De sua fraqueza física, ele desenvolveu uma técnica de luta imbatível. Doce e carismático por fora, esperto e diabólico no recheio, Hélio Gracie é o mentor da estratégia de defesa própria mais eficaz do planeta. Já chegou a lutar por três horas e 45 minutos sem pausa. Aos 84 anos, é o patriarca da dinastia mais respeitada e temida que existe hoje nos ringues. Até sua dieta é seguida por seus discípulos. Uma lenda viva do jiu-jítsu que raramente recebe veículos da imprensa. Para a Trip, ele topou abrir uma exceção. Mas cuidado: suas ideias podem levar qualquer um a nocaute

Por Paulo Lima Retratos Vavá Ribeiro


TRIP Como foi a sua infância? Era só briga? Parece que o senhor tinha uma deficiência de saúde.
Hélio Gracie
Sempre fui um garoto desprovido de muita saúde e de muita força. Eu ia para o colégio e desmaiava. Ia à igreja e desmaiava, tinha vertigens. Os médicos me examinavam e não aparecia nada. Só muito depois é que vim a saber que padecia de problemas no sistema nervoso. Mas naquele tempo, por não descobrirem o que eu tinha, os médicos faziam restrições à minha saúde. Nessa época, no início dos anos 20, meu irmão Carlos começou a dar aulas de jiu-jítsu. Mas ele não me ensinava nada, por mais que eu pedisse. Lembro-me até hoje do médico da família dizendo coisas do tipo “Não vamos ensinar o Hélio não, deixem-no em paz porque ele está fraco”. Minha distração era ver meu irmão dando aula. No fim de um ano e meio eu já sabia tudo de cabeça: os programas das aulas e tudo o que ele dizia aos alunos. Virei um verdadeiro professor de teoria. Até aí não tinha nada de movimento.

Bloco de gelo

Bloco de gelo

O senhor tinha que idade nessa época?
Uns 14 anos. Daí um dia chegou o presidente do Banco do Brasil, Mário Bran, que era aluno do Carlos. Então eu ousei: “Mário, você quer que eu passe o programa enquanto ele não chega?”. Ele concordou. Levou-me para o ringue e eu passei o programa para ele. Quando meu irmão chegou, se desculpou pelo atraso e perguntou se poderiam começar a aula. O Mário disse que já tinha tido a aula comigo e que, se o Carlos não se importasse, ele gostaria de passar a ter aulas comigo. Me nomeou seu professor. E meu irmão, que já não era de muita atividade, gostou. Acabei assumindo a academia e ele não deu mais aula.

O senhor não encontrou dificuldades nas aulas práticas?
Muitas. É que eu não conseguia dar os golpes que o meu irmão dava e ensinava, porque isso dependia de uma certa habilidade de força e de jeito que eu não tinha. Daí comecei a adaptar o jiu-jítsu à minha pessoa. Uma vez me perguntaram como inventei o meu estilo de luta. Eu não inventei coisa nenhuma, só botei um macaco em cada movimento, que foi a alavanca que criei para poder fazer o que faço sem fazer força. E isso revolucionou o mundo.

O senhor tem toda uma linha de defesa pessoal, uma coisa quase que passiva, esperando o ataque. Mas a certa altura da vida o senhor passou a entrar em confrontos importantes que marcaram época. Como foi essa transição?
A minha meta de vida era ensinar o jiu-jítsu. Tive que criar um protetor para essa meta, que era eu como lutador. Quando algum lutador duvidava da minha técnica, eu subia no ringue e arrebentava o sujeito para provar a eficácia da minha técnica. Qualquer sujeito que aprende o jiu-jítsu fica mais tolerante, porque passa a saber que não apanha. No momento em que um cara grita com você, se você não tem consciência absoluta de que ele não representa nada, você começa a ficar nervoso e chega a um ponto em que precipita a briga, porque você não admite aquilo. Mas, se uma criança de 4 anos disser que você é feio, que você é fraco, que você não vale nada, o que você vai fazer com ela? Nada, vai até achar graça. Para mim, um homem normal é como uma criança de 5 anos. Fisicamente, ele não vale nada. Esse pensamento me permite a tranquilidade no trato com as pessoas.

Aos 84 anos, o senhor tem uma vitalidade impressionante, um porte físico muito melhor do que o de muitas pessoas de 50. Pode parecer pergunta de programa feminino, mas qual é o segredo?
Para um sujeito fraco como eu chegar à minha idade com a minha disposição, com a minha vontade de produzir, é muito difícil mesmo. Eu nunca fui um farrista, tudo que eu podia ter feito até os 50 anos, hoje eu faço melhor e bem mais, tudo o que você imaginar. Até na vida de casado, eu namorei mais depois dos 50. Então, eu não sei se é a vitalidade que Deus me deu ou a poupança dos erros que não cometi na mocidade. Eu só perdi a minha virgindade com 20 anos de idade. Nunca bebi, nunca fumei, nunca comi coisa que não fizesse bem. Eu só como aquilo que me faz bem e sou guloso, mas sou guloso pelas coisas que fazem bem. Não como carne, só peixe de vez em quando. Não bebo café, chá, porque são pequenos excitantes. Quem é que faz tudo isso? Meu irmão já disse que quem seguisse esse rigor na alimentação teria mais uns 20 anos de vida. E eu acredito. Nunca tive dor de cabeça, dor de barriga, cólicas, e atribuo isso à minha dieta.

E as mulheres, quantas o senhor já amou na vida?
Para dizer a verdade, eu nunca amei mulher nenhuma. Eu gosto delas, é diferente. Porque amor é uma fraqueza e eu não tenho fraquezas. O amor é sexo, e sexo para mim é uma necessidade que você usa para procriar, nunca tive uma namorada que quisesse ir adiante e não quisesse ter filho. Eu sempre perguntava: “Você gosta de criança? Você quer ter filho?”. Se ela dissesse não, não tinha sexo. Então eu me casei duas vezes. Aos 30 anos me casei com a minha primeira esposa, Margarida de Souza Carvalho, com quem vivi 50 anos, até o último dia de vida dela. E tem a mãe do Royce, com quem estou casado há 35 anos. Daí você diria “50 mais 35 é a sua idade, você já nasceu casado?” . É que minha primeira mulher só me deu três filhos. E eu me casei só para ter filhos e ela sabia disso, então ela aceitou que eu tivesse outra mulher, a mãe do Royce. Elas foram amigas e com isso eu consegui mais seis filhos que Deus me deu, porque filho quem manda é Deus, não é só querer. Eu continuo querendo e não tenho, apesar de continuar fazendo esforço para isso. Tive a felicidade de ter duas mulheres, não sei qual foi melhor. Uma teve berço de ouro, a outra tem origem modesta, mas com qualidades morais excepcionais, com quem vivo até hoje.

Hélio Gracie

Hélio Gracie

O senhor condena quem transa sem o objetivo de ter filho?
Eu não condeno quem transa sem o objetivo de procriar. Minha religião é perante a natureza, não faço nada que choque a natureza. Sou seu amigo enquanto você estiver certo, se você não estiver, não me chame. Vão dizer que sou mau caráter, mas não, eu tenho medo é de ser castigado. Pior do que eu, não conheço ninguém, sou o pior sujeito que você viu na sua vida, não tenho moral, nem condições de criticar ninguém, porque dentro de mim eu tenho o demônio, apenas o amordacei, mas ele existe. Se você pensa que eu posso ter chegado onde cheguei sendo bom moço, como eu me apresento hoje, está muito enganado. Eu sou um lobo em pele de cordeiro. Todos os defeitos que você tem são criancinhas perto dos que eu tenho. Eu apenas não deixo eles saírem e passo por bom moço. Sou honesto, mas não sou perfeito.

Uma de suas lutas históricas foi contra o campeão japonês de jiu-jítsu, o Kimura, em 1955. Como foi esse episódio?
Quando eu luto, não sinto dor, a minha concentração e espírito de guerra é muito grande. O japonês pesava 100 kg e eu, 60 kg. Eu tinha 42 anos e o cara era o maior lutador do mundo. Eu queria ver como ia ser lutar com um cara que acreditava que não podia ser vencido. Essa curiosidade me fez lutar, mesmo sabendo que não teria condições de ganhar. Então, no meio do segundo round, Kimura me jogou no chão, me embrulhou e fez uma pressão tremenda sobre o meu pulmão. Eu apaguei, perdi os sentidos. Mas a força que o Kimura fez foi tão grande que ela não durou muito tempo. Assim terminou a luta.

O senhor já chegou a dar uma surra em alguém fora do ringue?
Uma vez eu estava na praia do Arpoador, no Rio, conversando com os alunos. Nisso veio um cara enorme com cabeça raspada e barbado, um sujeito de uns 120 kg com ar de agressividade. Quando olhamos pra ele, o cara por coincidência tava olhando. Eu disse “o que é?”. Ele era tão enorme que, quando chegou perto de mim, tive que olhar pra cima pra poder encará-lo. Daí ele me disse que tinha muita vontade de quebrar minha cara. Dei um tapa na boca dele e disse: “Você não quebra ninguém”. Quando ele colou comigo, dei-lhe uma queda que o derrubou no chão. Caí montado sobre ele. O cara caiu dentro das minhas pernas e falei: “Você com essa barba toda é veado”. Toda essa briga rolou sem um soco sequer. Eu só não deixava ele sair, era uma força gigante. Quando ele deu as costas, eu o enforquei. Nessas, seus amigos berraram: “Ele vai morrer”. Quando ele apagou, eu soltei, botei ele de barriga para cima e fiquei esperando o cara acordar. Quando acordou, ele disse: “Puta merda, com você eu não posso”. Dei a mão para ele e disse: “Vem cá, meu amigo. O senhor me conhece? O senhor já ouviu falar no Hélio Gracie?”. Ele disse: “Puta merda, você é o Hélio Gracie?! Com quem eu fui me meter…”. Acabei convidando o cara para treinar comigo.

Se o senhor pudesse fazer o ranking dos safados do Brasil, quem seria o número um?
Ah! Isso é difícil de dizer porque há muitos. É uma desilusão que eu tenho com o brasileiro. Calculo que só 20% de brasileiros sejam como nós, gente que merece respeito e consideração. É um povo ingrato, um povo injusto, um povo oportunista, não pode confiar. A humanidade está podre. Quando vejo que o Congresso Nacional está querendo aprovar o casamento de homossexuais, me dá desgosto. Acho isso uma falta de respeito ao ser humano. O sujeito, por conveniência, para ganhar voto, faz leis desse tipo. Eu jogava todos eles na Amazônia, porque não vejo finalidade, é uma aberração da natureza, como é que o sujeito pode ser contra a natureza? Agora eu acho que se o brasileiro tivesse disciplina, e cumprisse as leis, este seria o melhor país do mundo.

É verdade que o senhor desafiou o Vitor Belfort ou declarou que ele estaria desafiado a lutar com um dos seus filhos?
Não. Ele disse que eu desafiei, mas nunca fiz isso. Ele, coitado, quer aparecer. Nunca vi nele um homem de expressão para ser desafiado.

Mas ele é um cara de 20 anos que tem feito lutas expressivas?
Pelo que dizem ele promete, mas no momento ele não é nada, não fez nada que merecesse atenção, enquanto eu tenho dois filhos campeões do mundo e um terceiro que só não foi campeão porque não se apresentou.

Está se falando muito em desarmamento. Recentemente foi lançada uma campanha para desarmar os jovens. Os jovens estão todos armados na cidade grande. O que o senhor acha de hoje uma técnica como a do jiu-jítsu se tornar praticamente inútil diante de uma moçada que está rodando armada?
O jiu-jítsu nunca será inútil porque você acreditar em você é sempre uma coisa importante. Quanto a quem anda armado, o sujeito não dá tiro à toa. Quando dá é por descontrole, covardia ou assalto. Aí é o sujeito que não presta. Eu não sou favorável ao sujeito descontrolado andar armado. Eu posso apanhar com o revólver na cintura e não puxar um revólver, é questão de educação. Mas, se o sujeito é descontrolado, é covarde e está apanhando, puxa um revólver e mata o outro. Isso também está ligado à falta de lei no país.

Mudando um pouco de assunto, o senhor chegou a gravar um clipe com o Sepultura. Como foi essa história?
Não conhecia o grupo. Conheci no dia da gravação. A música deles não faz o meu estilo. A ideia de gravar com o Sepultura foi boa para ambas as partes. Valeu como promoção para os dois lados.

Qual é a sua relação com o dinheiro?
Eu gosto, mas vou dizer, eu ganho pouco, não sou rico, não tenho quase nada, mas não preciso de dinheiro porque vivo tranquilo com o que ganho. Não sou ambicioso. Tenho uns terreninhos no Rio, mas nada disso me preocupa. Se você me der US$ 1 milhão hoje, não sei o que vou fazer com isso.

O que é bom e o que é ruim de ser mais velho? De ter mais de 80 anos?
Rapaz, eu não quero voltar cinco anos trás. É difícil explicar isso a um jovem, mas o que a gente adquire de aprendizado, de experiência, é tão grande que nada me faria voltar atrás sem os conhecimentos que tenho hoje.

Que tipo de conhecimentos?
Jovens: sejam honestos, sinceros, não mintam. Aprendam a ser gratos, não tenham inveja de ninguém, porque a inveja é um verme que consome o sujeito. E desejem o bem do próximo, seja ele amigo ou inimigo.

Ta apertada né?

Noticia bizarra:

Oito filhooooos!
Se rolar divórcio o cara ta fudido!

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Um amigo meu ja ficou 8 meses sem conseguir emprego..será q eu vou passar por isso?
Ja parti para o princípio; preciso de um trampo pra pagar as contas.. seja ele qual for, até auxiliar de gandula to pegando.

Ficar sem fonte de renda simplesmente me enlouquece… surto mesmo.. de morder os azuleijos.

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Ontem fui trocar umas roupas que ganhei da minha MÃE!
Até a mãe ta esquecendo que seu filho é dotado de saúde em abundância rs
Troca de rpesentes pra gordinho é uma merda né…

Por que tu ja vai na loja com a roupa na mão e a vendedora ja fala; “ficou pequena né?”
Poha eu não to tão gordo assim… não mesmo. Mas é uma baita vergonha.
Ai ela veio com uma outra calça que ficou 5 dedos de folga… detalhe o mesmo número da outra.
Ai vc pergunta; “então por que cazzo uma é difernte da outra?” E elas dizem que é a costura.
Responde tudo. Faz um bom tempo eu estou com uma raiva de comprar roupas, mesmo quando eu era magro, sempre gostei de roupa larga, despojada e eles tentavam me empurrar essas roupas agarradinhas que “afunilam” na cintura saca?
De um tempo pra ca quando me ofereciam esses estilos de camisetas eu passei a perguntar se la também tinha roupa pra homem. Por que, desculpa mas isso é coisa de estilista viadinho que quer q o mundo seja gay. Nada contra homosexuais. Mas essa poha de padrão que de padrão não tem nada.. é um cu sem pregas
A mulherada sabe.. extrapola no feriado e engorda um pouquinho, sua marca favorita ja não tem mais roupa pra vc!

É um saco essas coisas…

enfim.. vou terminar de montar a apresentação de um freela. torcer pra não chover até à noite… e baixar a discografia do Foo Figthers.

random

coisas pra preencher conteúdo:

Beleza americana

Beleza americana

Big brother Inglaterra. auditions

O dia em que a terra parou

Sabado fui ao cinema assistir este filme.

MUITO BOM!

claro, a menssagem é diferente do original de 1951, que pregava “a paz”. Os aliens vieram a terra para parar com a guerra e violência entre seres humanos…

não é surpresa.. poucos anos depois de uma segunda guera mundial e os EUA em crise com a Russia, a menssagem é mais do que cabivél para a época…

Assim como se faz na nove versão…

Os aliens tem o propósito de salvar a Terra de nós, humanos.

Como estamos numa “era ambientalista”, nada mais apropriado e verdadeiro. Existem mais de 100 maneiras da vida, principalmente humana na terra se extinguir e o planeta se tornar inabitável, dessas 100, 90 são causadas por nós humanos. No Discovery Channel pasosu um documentario muito interessante sobre o assunto.

Na minha opinião, as pessoas deveriam realmente se ater mais pra esse assunto e o memso deveria ter muito mais divulgação.

Mas.. .enfim..

fiquem ai com os dois traillers do filme, um de cada versão;

1951:

2008:

O simples tbm pode ser bonito…

..além de gostoso.

Hamburger caseiro, deliciosoooo

hamburger caseiro com leve toque de curry

hamburger caseiro com leve toque de curry

Vamos precisar de;

500g de cochão duro moído
(uma carne que não tem muita gordura, voce pode utilizar picanha tbm, peça pra moer com a gordura e tudo)

1 Cebola média/grande
Picada em pedacinhos bem pequenos, como se tivesse sito triturada.

Sal e pimenta (à gosto)

Curry (uma pitada)

Alecrim (à gosto)

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Modo de fazer;

Numa tigela misture tudo, misture bem, use a mão que é mais divertido!

Com um molde redondo, aquele usado para dar uma forma bonita nos pratos e cortar bolos, dê forma aos hambugeres, deixando-os com apróx 1cm de expessura. (substitua o molde por qualquer coisa que vc achar apropriado)

Agora vai o segredo… salpique sal nos dois lados do hamburger, enrole-o nesses plásticos de comida e leve ao congelador por 20 minutos no mínimo. Depois só fritar e servir!

O sal neste último passo serve pra desidratar a parte de fora, assim ele fica com aquela aparência gostosa e bem frito e não fica seco.

Agora, se vc quer dar um toque à la Ritz, derreta 150 gramas de gorgonzola com meia lata de creme de leite e derrame delicadamente sobre os “meninos” enquanto monda o sanduiche.

Issae, bom apetite!