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Peitos e culhões

Há uma distinção médica clara. Todos ouvimos falar em alguém ter peito ou ter culhões, mas você sabe REALMENTE a diferença entre ambos?

Vamos tentar esclarecer onde eles se diferenciam:
PEITO – É chegar em casa tarde da noite, após uma balada com os amigos, e ser recebido por sua mulher segurando uma vassoura, e ter peito de perguntar:
“- Ainda está limpando a casa, ou vai voar para algum lugar?”

CULHÕES – É chegar tarde da noite em casa, após uma balada com os amigos, cheirando a perfume e cerveja, batom no colarinho, e ter culhões de dar um tapa na bunda da sua mulher e dizer:
“- Você é a próxima, gorducha!”

Esperamos ter esclarecido qualquer confusão sobre as definições.

Agradecimentos ao @maxplini pelo e-mail!

My own prision

To voltando pro hospital com 38,6 de febre

A court is in session, a verdict is in
No appeal on the docket today
Just my own sin
The walls are cold and pale
The cage made of steel
Screams fill the room
Alone I drop and kneel

Silence now the sound
My breath the only motion around
Demons cluttering around
My face showing no emotion
Shackled by my sentence
Expecting no return
Here there is no penance
My skin begins to burn

(Chorus):
So I held my head up high
Hiding hate that burns inside
Which only fuels their selfish pride
We’re all held captive
Out from the sun
A sun that shines on only some
We the meek are all in one

I hear a thunder in the distance
See a vision of a cross
I feel the pain that was given
On that sad day of loss
A lion roars in the darkness
Only He holds the key
A light to free me from my burden
And grant me life eternally

Should have been dead
On a Sunday morning
Banging my head
No time for mourning
Ain’t got no time

(Chorus):
So I held my head up high
Hiding hate that burns inside
Which only fuels their selfish pride
We’re all held captive
Out from the sun
A sun that shines on only some
We the meek are all in one

I cry out to God
Seeking only His decision
Gabriel stands and confirms
I’ve created my own prison

De recuperação

De recuperação

Quem me dera fosse no ginásio e eu precisasse refazer uma ou duas matérias.

Logo eu, que detesto ficar parado, sou inquieto por natureza, só espero um dia entender essa de “tudo aocntece por um motivo” por que isso aki doi pra poha. Não consigo dormir, não paro de sentir dor. Não paro de pensar como teria sido meu final de semana se nada tivesse acontecido.

Eu gosto de coisas intensas, por que qiero ser intenso, mas um intenso duradouro.

Aquela noite, estendido no chão, lutando pra conseguir dar a póroxima puxada de ar, eu olhava pra infinidade daquele céu cinzento, vendo as gotas de chuva cair em mim e resfriar ainda mais meu corpo que lutava pra ficar quente, eu sentia o palpitar por todas as veias do meu corpo e ainda sim não parava de pensar aonde era pra eu estar se nada daquilo estivesse acontecendo. Com quem eu estaria se aquela chuva não tivesse mudado meu destino.

Se eu tivesse com o pulmão bom agora eu estaria gritando pra tirar o sufoco que me rouba o folego.

Por alguns minutos naquela noite eu pensei que não teria a chance de me entregar novamente.. de fazer meu peito explodir, banhando uma pessoa com tudo o que eu posso sentir e fazer por ela…

Todos os dias desde sabado peço muito, pra tudo isso passar logo, por que eu quero viver. Por que eu tenho força pra ser quem eu quero ser, pra amar, pra fazer sorrir, pra chorar, pra viver.

Algumas horas dos dias que estão se passando, aquela chuva vem aos meus olhos e eu despejo as gotas no meu peito.

A criança dentro de muim fica procurando a lampada mágica do gênio pra pedir uma máquina do tempo, mas infelizmente essas coisas não existem além dos filmes.

Ta tudo apertado aqui dentro de mim e eu não vejo a hora de explodir num grito só quando tudo isso passar.

Nunca me senti tão frágil

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